terça-feira, 3 de agosto de 2010

Personalidade vs. Auto-controle

Linha tênue. Qualquer balanço e tudo se torna outra coisa. É assim que se comporta a diferença entre ter personalidade e ter auto-controle.

Ter personalidade é ser o que é independentemente das críticas ao seu modo de falar, se vestir, se comportar. Ter personalidade é manter sua posição mesmo que todos tentem te trazer para baixo. Ter personalidade, por exemplo, é manter sua opinião em determinada coisa (NÃO TUDO!) mesmo com tantos pedidos (não argumentos plausíveis!) para que mude. É aquela pessoa que não faz aquele "favorzinho camarada" mesmo com seu melhor amigo pedindo.

Mas tudo tem um limite. "A sua liberdade acaba quando começa a liberdade do outro". Nada é incontínuo, nada é infinito. Mesmo tendo uma personalidade forte, marcante, a pessoa precisa saber o limite do respeito ao outro. Não se pode passar por cima de uma pessoa ou de algum fato, só para manter sua opinião, seus desejos. "Forte é aquele que tem sua opinião, mas que sabe quando ela é errada e a transforma".

Um fato, por exemplo, é quando a cantora Lady Gaga se encontrou com a rainha da Inglaterra. Como de costume, mostrando respeito à rainha, as pessoas se apresentam com roupas formais, em tons formais, em formatos formais. Mas Lady Gaga, não! Lady Gaga pegou a sua personalidade (marcada no modo de se vestir) e colocou no nível da extravagância e da falta de respeito. Ter ido com aquela roupa (foto acima) foi uma amostra que a fama de Lady Gaga, a admiração que as pessoas têm pelo jeito que ela se porta, subiu à cabeça e passou ao nível da extravagância e do se achar superior, perdendo o sentido do diferencial. Minha opinião: se eu fosse a rainha/rei da Inglaterra, manda a nova-iorquina ir pra apresentação do circo porque ela tava atrasada. Ainda bem que a rainha soube se portar e levar "numa boa".

Até mais ver!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ateus x Cristãos


Eu sou ateu. Não creio em Deus ou qualquer ser superior. Dentre as religiões/doutrinas me identifico mais com a budista (não que eu seja). Várias vezes sou interpelado o porquê de não acreditar em Deus. E é isso que esse post trata.

Sou de uma família cristã. Tive toda a minha educação cristã. Fiz eucaristia e crisma, mas, quando realmente conseguia pensar por mim, desisti de tudo o que havia aprendido e abdiquei de qualquer religião. Considero que o motivo real de que eu não acredito em Deus é que não exista qualquer prova material, real que prove que ele existe. Sou extremamente materialista (maldito gosto das ciências exatas). Para que exista, prove-me.

Acredito no acaso, na probabilidade. Não acredito em uma força superior que te faça seguir um ou outro caminho. Pode até ser que Jesus tenha existido, que realmente tenha sido crucificado, mas que tenha renascido e todo o resto sobrenatural eu já não acredito. Mas isso não significa que os ensinamentos, que Jesus possivelmente tenha transmitido, eu ignoro. Não, muito pelo contrário. Os ensinamentos devem ser seguidos, pois são a base de uma sociedade mais igualitária e solidária.

Só para terminar, terça passada, estava assistindo OmediCast. Naquele dia, a convidada falou um pouco da idéia do ser cristão. Ela se considerava cristã (o que eu discordo, devido a algumas coisas sem sentido que ela falou) e disse a seguinte frase: "Não gosto de debater com ateu, porque eles são muito fervorosos, tem muita ânsia de provar que Deus não existe". Me desculpe. Mas acho que é ao contrário. É só ligar a televisão e olhar quantos canais transmitem qualquer coisa sobre Deus, quantas pessoas fazem referência a Deus, quantas pessoas dizem que a única salvação é acreditar em Deus. Eu não encontrei, até hoje, um canal que falasse que não devíamos acreditar em Deus porque ele não existe ou qualquer coisa do gênero.

Se quiserem saber mais sobre o que eu acredito, só deixar um comentário (se alguém realmente ler isso xP)

Até mais ver!

PS.: Já me falaram que eu não sou realmente ateu porque eu uso expressões do tipo: "Deus me livre", "Graças a Deus", "Ai meu Deus"... Faz me rir! São só expressões pra dizer alguma coisa. Deus me livre significa tomara que não aconteça. Graças a Deus significa ainda bem que deu certo. Ai meu Deus é exatamente igual à puta que o pariu. Falar expressões "cristãs" não implica que eu seja cristão. Fui criado em meio a expressões desse tipo e elas estão no meu "vocabulário".

sábado, 24 de julho de 2010

Screamer


Quem nunca viu em um show ou até nos programas de TV aquelas mulheres, geralmente novas (14~26 anos), berrando toda vez que um artista entra no palco ou chega perto da platéia? Ou aquelas que puxam o coro: "Lindo, tesão, bonito e gostosão"? Eu pergunto o que essas mulheres têm na cabeça ou que valor elas dão para si mesmas.

Acho ridículo essas mulheres que se abrem pra qualquer artista que seja bonitinho e/ou tenha grana. Elas ficam berrando enlouquecidamente, choram, surtam só porque um homem chega perto delas. O que elas pensam? "Eu vou berrar um monte porque ele vai me ver e vai namorar comigo". Vontade de dar um soco na cara dessas mulheres. Os artistas provavelmente não vão te ver, não vão querer procurar vocês depois e nem vão lembrar quem gritou pra ele.

Quando uma pessoa grita vendo um artista só transmite uma mensagem: "Eu não valho nada. Eu não me respeito. Eu sou idiota. Eu sou descartável". Não berrar enlouquecidamente mostra o contrário. Mesmo que você esteja se destruindo por dentro, não gritar mostra que você tem auto-controle, consciência do ridículo, do respeitável. Muito mais valorizada é a mulher que se mantêm equilibrada do que aquela screamer.

Citando um fato que realmente aconteceu, o ator Taylor Lautner (que interpreta Jacob, em Crespúsculo) veio ao Brasil e quando voltou aos EUA foi perguntado o que achou das fãs brasileiras: "No Brasil, eles (os fãs) são muito agressivos e gostam de contato físico. Kristen e eu fomos. Quando chegamos no aeroporto, havia milhares de fãs. Assim que saímos, eles derrubaram as barreiras e nos agarraram pelas pernas e braços." e completou: "No hotel, 2 mil fãs invadiram o saguão e tentaram entrar na sala onde dávamos entrevista". É essa visão que as screamers dão pro Brasil: pessoas loucas que querem ter para si os artistas.

Só para terminar. Dois fatos que agravam:

1° - Quando as screamer gritam para crianças. Dez, onze, doze anos e eles são imersos em uma onda de gritos e euforia acima do limite. Deixem as crianças em paz! São só crianças! E não símbolos de sex appeal ou brinquedos que elas podem pegar pra si.

2° - Quando as screamer são OS screamer. Aí eu nem comento.

Sem mais.
Até mais ver!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Crespúsculo... Ruim. /fato


Todo mudo provavelmente ouviu falar no tal Crespúsculo e adjacentes. A "saga" Crespúsculo faturou milhões de dólares tanto nos livros vendidos quanto na bilheteria dos filmes lançados. É de se estranhar que tantos livros foram vendidos. Tudo bem a bilheteria, porque o filme até que é bonzinho, mas a história da "saga" é terrível. É a minha opinião. Vou dizer o porquê.

Primeiro: A história em si é igual a todas as outras histórias de ação romântica. Um casal se conhece no começo e ficam juntos. Durante o resto da "saga", é um tal de fica-não fica que chega a enjoar. Algum dos personagens (ou ambos) quase morrem em alguma parte. Eles combatem juntos a maioria das coisas. E no final: felizes para sempre.

Segundo: Eu queria perguntar qual é a denominação correta do Edward. Não me fale que é vampiro, pois não é. O Edward e o resto dos "vampiros" são qualquer coisa menos vampiros. E aquela desculpa de: "Ah, vampiros são inventados, então eu posso inventar o meu vampiro". Não! Vampiros são vampiros. Se você dá características diferentes, deixam de ser vampiros!

Terceiro: Acho que a autora leu Harry Potter demais. O Jacob é um animago e não um lobisomem. Desde quando lobisomens escolhem o hora pra se transformar em "lobo". Pra começar, lobisomem não vira completamente lobo. Ele continua sendo um homem, porém adota características do lobo como garras, pêlos, agressividade, etc. E os lobos só "nascem" em noites de lua cheia e não durante o dia e quando lhe der na telha.

Quarto: Meu deus! Que mulherzinha chata essa Bella! A mulher só reclama: "Quero ser chupada! Me chupe! Me chupe! Bla bla bla". Mulherzinha estúpida! Sempre faz a coisa errada e é totalmente coagível. Não tem personalidade. Se alguém fala qualquer coisa pra ela, ela faz. Bella é um boneco de cera com controle remoto.

Juntando esses quatro itens e mais outros, encontrasse que a autora Stephenie Meyer não sabe criar uma história decente. E autor que não sabe criar uma história não é nada mais que um autor ruim. E nem vem me dizer que Stephenie Meyer é a nova J.K. Rowling que eu parto a cara do cabeção que falou isso.

Resumindo:
Minha opinião é que a autora é ruim, a história é péssima (sem contextualização com as característica definidas anteriormente por DIVERSOS autores sobre os seres que Stephenie utiliza) e os livros só venderam tanto porque criou fama entre as meninas de 14~17 anos que sonham com um príncipe encantado. Me desculpem garotas, mas é muito fácil descrever o homem perfeito sendo mulher. Isso não faz da autora uma boa escritora, só mostra que ela teve inteligência de manipular seu público alvo.

Até mais ver!

PS.: Só para completar. Assistam os vídeos em baixo e um crítico de cinema explica pra vocês o que é filme bom. Ah! E um vídeo do Felipe Neto que é muito bom também!

Felipe Neto
Pablo Villaça (crítica)
Pablo Villaça (debatendo 1)
Pablo Villaça (debatendo 2)
E se tiverem paciência, leiam

PS².: Ele fala coisas muito parecidas comigo, por isso eu adoro esse cara!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Super-heróis


Eu assisti hoje o filme Kick-Ass (muito bom!! =D). Tirando toda baboseira cinematográfica, Kick-Ass traz à tona um assunto muito interessante: os SUPER-heróis de verdade.

Em quadrinhos e desenhos animados, o super-herói geralmente possui poderes sobre-humanos: escala paredes, voa, super força, etc. No mundo real, isso, por enquanto, é impossível de existir. No filme o personagem principal fala do Batman que, mesmo não tendo poderes sobre-humanos, combate o mal.

Mas por trás de tudo isso temos o real sentido do super-herói. Essa pessoa não é super-herói por ter poderes ou ter vários aparelhos de última geração superevoluídos. Ela tem essa denominação porque trás em seu interior o mais profundo ensinamento: ajudar o próximo. Alguém que pára a sua vida para cuidar da vida dos outros, arriscando-se sem pestanejar. Esse é o herói.

Na realidade, aquela pessoa que quer ajudar os outros, acima de qualquer dificuldade é um herói. É aquele que diz: "Espera! O que está acontecendo? Aquele homem sendo assaltado, aquela mulher sendo estuprada! E ninguém fazendo nada?" e vai ao socorro das vítimas. É aquele que perante a injustiça, bate o martelo da indignação e corre à solução. Herói é isso.

Existem no mundo, centenas de heróis. São aquelas pessoas que gastam seu tempo para ajudar o próximo. São os voluntários em projetos sociais, os policiais honestos que ganham pouco mesmo com o risco de levar um tiro a cada esquina, entre outras pessoas. Em outras palavras: heroismo não é nada mais do que o sinônimo de "cidadão". Por que o verdadeiro cidadão se importa com o próximo e se levanta contra a injustiça.

Até mais ver!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Reprovação...

Hoje, aconteceu algo inédito comigo. Hoje, eu descubro o amargo de repetir de matéria. É... não passei em Física I. Fazer o quê, né? Bom, mas e agora? O que fazer? Como me comportar?

A repetição de ano/matéria não é algo ruim, como a maioria diz. Eu diria que é uma nova oportunidade para criar um futuro diferente. É dar um restart na sua vida e tomar um caminho diferente. Caminhando sempre em frente, de cabeça erguida, confiante que dessa vez, o caminho escolhido é o certo.

Imaginem um ponto de início. Desse ponto, partem duas estradas: a estrada da Aprovação e a da Reprovação. Ambas acabam ao mesmo tempo, a primeira nas nuvens e a segunda no abismo. Durante o trajeto, pequenas estradas as ligam, permitindo a troca de caminho. A escolha de qual seguir depende exclusivamente do viajante e de ninguém mais. Entretanto, o viajante precisa escolher qual caminho seguir, pois o caminho da Reprovação é o "padrão".

A escolha de qual seguir reflete nas ações do viajante. Aquele que se dedica, presta atenção nas aulas, estuda, pesquisa consegue chegar às nuvens. Aquele que leva tudo nas coxas acaba por se trumbicar. Mas a linha é tênue, os desvios são vários, qualquer deslize e tudo muda. Quem quer alcançar as nuvens não pode deixar a preguiça bater à porta. E quem infelizmente enxerga somente o abismo, saiba que tudo tem salvação.

Nada é impossível. Reprovar não é o fim do mundo. O caminho reinicia. Você tem uma nova chance de escolher o caminho certo. Você tem uma nova chance de chegar às nuvens e seguir o próximo caminho. Cabeça erguida! Desistência? Nunca! Sempre seguir em frente, firme e forte. Se a força não lhe aparecer, segure-se naqueles que oferecem os braços e se fortifique neles. Mas não pense que eles são para sempre. No final, somente você chega às nuvens ou cai no abismo.

O fim depende somente de você e de ninguém mais.

Até mais ver!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Players em fóruns e jogos

Não sei quantos jogam ou já jogaram algum jogo online e tiveram a experiência de interagir nos fóruns respectivos. É comum a qualquer servidor de qualquer tipo de jogo que seus fóruns sejam povoados por players que não têm nenhuma consistência argumentativa ou nem ao menos conseguem manter um nível razoável de discussão. Eu que tenho uma "experiência" grande em termos de discussão sei o quanto é custoso tentar argumentar com certos tipos de pessoas.

Atualmente venho brigando, juntamente com outro membro de minha aliança, contra alguns membros de outra aliança. Nossos argumentos, eu diria, são consistêntes com a situação atual. Já os contra-argumentos que nossos adversários escrevem são assim:

Contra-argumento 1: "Então o RC da ultima batalha vcs gostaram????então vão parar de chorar,querem mais????preparem-se para o inferno"

Contra-argumento 2: "Que acontece com os seus generais hein????ta chorando de novo???que pepeta quer???chora não nenem... / Pelo que vejo os generais da sua ally não tão muito bem não...joga mais e chore menos... / BB chorão.,ah outra coisa é só o começo da chatice deixe lágrimas para o final"

Contra-argumento 3: "Adrom vou rasgar sua fralda e tomar sua xupeta seu bb chorão...deixe de churumelas huahuahuahuahuhauhauhau...vc é bom em me fazer rir,repito tenha calma a festa só começou"

*respirando profundamente*

É de se espantar que as pessoas que escrevem esses argumentos não tem 12~13 anos (idade que ainda não temos uma consciência argumentativa forte) e sim 17~18+ anos. Eles elevam ao infinito o seu poder dentro do jogo e transformam isso em uma pseudo-superioridade fora do jogo. Por serem melhores do que os outros jogadores (na maioria das vezes se resume porque jogam a mais tempo) se acham no direito de falar que outros jogadores estão "chorando", reclamando sem argumentos sobre fatos que ocorreram no jogo. Não sei se existe algum ramo na psiquiatria que trate disso, mas eles precisam de uma ajuda psiquiátrica.

Outro caso é em outro jogo em que me divirto. Tratando-se de um jogo de tiro em 2D, recebi um tiro e morri. Reclamei no chat: "Varou!" (atirou através da parede utilizando bugs do mapa). O player simplesmente retrucou: "Te fode, chora mais". (Y)

Como diria Pablo Villaça em um de seus vídeos:
"Quando uma pessoa diz 'A fotografia do filme é boa' e outra diz 'A fotografia do filme é ruim', essas opiniões são comparáveis, portanto podemos dizer que são opostas, contrárias. Mas quando uma diz 'A fotografia do filme é boa por causa disso, disso e disso, como se vê nesse, nesse e nesse momentos do filme...' e outra diz 'A fotografia do filme é ruim porque é má', essas opiniões não são comparáveis e, portanto, não podemos dizer que são opostas, contrárias. Mesmo eu concordando que a fotografia é ruim, eu só posso dar crédito à primeira opinião."

É a mesma coisa que ocorre hoje nos fóruns. Pessoas se comportando como se tivessem 12~13 anos falando merdas contra pessoas que se comportam como gente argumentando consistentemente.

Até mais ver!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O que houve com a música?

Hoje eu estava feliz no ônibus, quando começo a escutar essa música tocando em um celular do meu lado. No mesmo instante eu pensei calmamente:



Onde foi para a música decente?
Onde está a melodia, a letra que faz sentido, a mensagem?
O que houve com a música?!

Hoje em dia a gente só é presenteado com porcarias e mais porcarias. É funk, "pop" sertanejo, emo "rock", coloridos "rock"... Onde está o MPB, o Pop, o Rock'n Roll e até o sertanejo?

Hoje temos que ficar aturando as bandinhas e os artistas de meia tijela que aqueles fãs enlouquecidos fazem estourar nas rádios. Cine, Restart, Caps Lock, Justin "Biba" Bieber, Luan Santana... MEO DEOS! Eu não consigo entender como conseguem escutar isso. Sério! Eu fico atortoado ouvindo as músicas deles.

Essas bandinhas estilo Cine e Restart são dignas de pena. Elas foram elevadas ao sucesso não porque suas músicas são "boas", mas porque suas fãs acham os cantores bonitinhos. Qual o crédito dessas bandas? Nenhuma! É só olhar o nível das fãs deles. São todas menininhas de 13~16 anos que ficam se rasgando por eles. A música deles vem como um complemento e não como principal. E o resultado disso tudo? Aqueles que querem música decente têm que ficar aturando essas merdinhas na rádio e na TV.

Eu, por exemplo, sou sacaneado pela minha irmã porque escuto músicas que são "antigas", como Capital Inicial, Ira!, Legião Urbana. Mas o que eu posso fazer? Não existe novas bandas desse nível hoje em dia!

Mesma coisa ocorre com o Justin Biba. Seu sucesso vem da sua cara e voz afeminadas. Um gurizinho de 16 anos que fica cantando que pega todo mundo e que é o fodão é digno, também, de pena. É só olhar agora. Ele anda perdendo muitos fãs porque está mudando de voz, ou seja, o que fazia ele ganhar seguidores não era sua música e sim sua vozinha de gay.

Ocorre a mesma coisa no sertanejo e em muitas outros estilos musicais como, axé, pagode, samba... Artistas ruins conseguem se dar bem.

Entretando, o pior de tudo são os artistas que, além de conseguir fama, consegue o apoio dos meios televisivos. É o exemplo da banda Parangolé que ganhou fama com "Rebolation" e agora nos atormenta em 50% dos comerciais de TV.

É uma pena que temos menos músicas que transmitam alguma mensagem, que tenham melodia decente, que nos fazem relaxar, refletir, ter o prazer de escutar. Tomare que isso melhore. Enquanto isso, sobrevivemos com o antigo e com o pouco de novo que nos sobra.

Pra acabar o post vou deixar alguns links com artistas em alta que considero decentes.
- Maria Gadu
- Pedra Letícia
- Ivete Sangalo
- Charlie Brown Jr.
- Entre outros, que são mais antigos e não tem muitas músicas novas.

EDIT:
É por isso que eu choro hoje:

Top artistas, via TERRA Letras


(clique na imagem para ampliar)

Até mais ver!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Primeiro post !!

Oe!
Primeiro post, primeira escrita.
Mas não vou escrever algo decente hoje.
Só tô escrevendo mesmo pra inaugurar o blog.

Bem, o blog vai ser feito de coisas que me deram na telha escrever. Muitas vezes eu fico refletindo comigo mesmo sobre diversas coisa e nunca exponho pra alguém minhas conclusões. Esse blog vai ser uma válvula de escape. Vou poder escrever tudo o que penso, mesmo que ninguém leia xP.

É isso.
Primeiro post conclued.